FACUL­DA­DE INTER­CUL­TU­RAL INDÍ­GE­NA REA­LI­ZA­RÁ NOS DIAS 28, 29 E 30 DE JULHO O I CON­GRES­SO DE LÍN­GUAS INDÍ­GE­NAS DE MATO GROS­SO E A II JOR­NA­DA DOS POVOS DO BRA­SIL

O I CON­GRES­SO DE LÍN­GUAS INDÍ­GE­NAS DE MATO GROS­SO tem a fina­li­da­de de expor e dis­cu­tir a atu­al situ­a­ção das lín­guas indí­ge­nas do Esta­do, em par­ce­ria com os pro­fes­so­res indí­ge­nas, com a Facul­da­de Inter­cul­tu­ral Indí­ge­na e com a Pós-gra­du­a­ção em Lin­guís­ti­ca da UNE­MAT e UFMT. O Con­gres­so tam­bém tem como fina­li­da­de: favo­re­cer a for­ma­ção de Gru­pos de Pes­qui­sa que estu­dam as lín­guas indí­ge­nas dos povos que aqui habi­tam, assim como, for­ta­le­cer aque­les exis­ten­tes; soci­a­li­zar resul­ta­dos de pes­qui­sas (con­cluí­das e em anda­men­to), desen­vol­vi­das nos cur­sos de gra­du­a­ção e nos pro­gra­mas de pós-gra­du­a­ção em lin­guís­ti­ca e edu­ca­ção da UNE­MAT, UFMT e outras IES par­cei­ras; imple­men­tar polí­ti­cas lin­guís­ti­cas vol­ta­das para a valo­ri­za­ção e for­ta­le­ci­men­to das lín­guas nati­vas, res­sal­tan­do-se a plu­ra­li­da­de lin­guís­ti­ca do nos­so Esta­do, já cita­da ante­ri­or­men­te con­si­de­ran­do a neces­si­da­de de docu­men­ta­ção e des­cri­ção des­sas lín­guas; outra fina­li­da­de, tam­bém, é a for­ma­ção de um gru­po de pes­qui­sa­do­res que tra­ba­lhe na cons­tru­ção de um Atlas lin­guís­ti­co das lín­guas indí­ge­nas de Mato Gros­so. Por fim, o even­to obje­ti­va a divul­ga­ção e publi­ci­ta­ção das dis­cus­sões e tra­ba­lhos apre­sen­ta­dos.

 

A II Jor­na­da com­põe ini­ci­a­ti­vas do Labo­ra­tó­rio de Estu­dos e Pes­qui­sas da Diver­si­da­de da Amazô­nia Legal (LEAL) e da Facul­da­de Inter­cul­tu­ral Indí­ge­na. O obje­ti­vo des­te tra­ba­lho é des­per­tar o inte­res­se dos estu­dan­tes da Aca­de­mia e Edu­ca­ção Bási­ca pelo estu­do das diver­si­da­des soci­o­am­bi­en­tais e cul­tu­rais. Obje­ti­va-se evi­den­ci­ar sabe­res, cul­tu­ras, iden­ti­da­des, modos lin­guís­ti­cos que se fazem na tes­si­tu­ra das vivên­ci­as e que podem poten­ci­a­li­zar o diá­lo­go entre os povos de comu­ni­da­des tra­di­ci­o­nais como: indí­ge­nas, qui­lom­bo­las, ribei­ri­nhos, comu­ni­da­de de pes­ca­do­res, mulhe­res e homens do cam­po com as ins­ti­tui­ções de ensi­no, edu­ca­ção bási­ca e ensi­no supe­ri­or.